
Após a publicação da reportagem do HC Notícias sobre o relato da mãe da pequena Heloísa, moradora de Morro da Fumaça, que apontou supostas dificuldades durante a internação da filha e afirmou que teria sido impedida de transferi-la para outra unidade de saúde, a Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo, gestora do Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC), encaminhou uma nota de esclarecimento à redação. Confira o posicionamento na íntegra:
"A Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo, gestora do Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC), esclarece que a criança deu entrada na unidade na terça-feira, quando foi avaliada pela equipe médica e recebeu alta após atendimento, diante da hipótese diagnóstica apresentada naquele momento.
Na quarta-feira, diante da evolução do quadro clínico, a paciente retornou ao hospital, foi novamente avaliada pela equipe médica, submetida aos exames necessários, incluindo coleta de líquido cefalorraquidiano por suspeita de meningite, e permaneceu internada para acompanhamento e tratamento.
A paciente segue internada na unidade recebendo assistência multiprofissional, com monitoramento contínuo e reavaliações conforme sua evolução clínica.
Em relação à possibilidade de atendimento em hospital particular, é importante esclarecer que essa é uma decisão que cabe exclusivamente à família. Nesses casos, não há transferência médica entre o SUS e a rede privada. Caso os responsáveis optem por dar continuidade ao atendimento em um hospital particular, é necessário solicitar a alta por iniciativa própria e assinar o termo correspondente, formalizando a decisão de interromper o atendimento na unidade pública para buscar assistência em outro serviço de saúde.
Por fim, a Santa Casa informa que tomou conhecimento da publicação por iniciativa própria, não tendo sido procurada previamente para manifestação antes da divulgação do conteúdo. Sobre a informação de que teria havido contato com Santa Casa de Misericórdia de São Bernardo do Campo sem retorno, esse apontamento está sendo apurado internamente para verificar se houve efetivamente o contato, por qual canal ele ocorreu e qual foi o fluxo adotado.
A instituição permanece à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários pelos canais oficiais, sempre preservando o sigilo das informações e a privacidade da paciente, conforme determina a legislação vigente."
