
Risotos e massas são delícias que adoro demais.... esse risoto de camarão faço de forma muito tradicional, leve, com sabor familiar e afetivo. É simples demais pois para o molho os ingredientes são básicos, que se tem em casa – alho, sal, tomate cebola, temperos verdes.
O coentro acho super necessário nesse preparo, dá um sabor que para mim completa toda essa harmonia de cor, textura, cremosidade. O toque final, onde subiu total de nível e elegância meu risoto foram os brotos lindos e saborosos da LAMORAN.... o contraste da cor dele – lavanda com verde e o sabor picante do rabanete, simplesmente super combinou... costumo fazer esse risoto com frequência, e cozinhe na sua casa eu cozinho na minha!!!
Para essa receita você vai precisar de:
600g de camarões descascados e limpos
1 cebola de cabeça pequena cortada em cubinhos
1 lata de tomates pelados
4 dentes de alho amassados
1 xícara (chá) de arroz cru – usei o Basmati
Azeite de oliva
Sal a gosto
Cebolinha verde picada
Coentro verde com talos picados
Pimenta do reino moída na hora (opcional)
Modo de Preparo:
Dourar no azeite de oliva a cebola e o alho, deixar ficar bem dourado. Acrescentar o tomate pelado, cozinhar por mais ou menos 20 minutos, acrescentando água aos poucos. Acertar o sal.
Colocar para cozinhar o arroz com água, sal, alho e azeite de oliva. Quando estiver na metade do cozimento, misturar ao molho de tomate.
Acrescentar os camarões e finalizar o cozimento. Tirar do fogo.
Acrescentar cebolinha verde e coentro com os talinhos.
Servir decorando com brotos verdes, usei os deliciosos de rabanete da LAMORAN.
Tempo de Preparo: 20 minutos
Rendimento: 2 pessoas
Dificuldade: Fácil
VAMOS FALAR DE NUTRIÇÃO?
Por que tomo Monjauro e não emagreço?
Embora o Mounjaro (tirzepatida) seja um dos medicamentos mais potentes atualmente para o tratamento do diabetes e da obesidade, ele não é infalível e não funciona de forma idêntica para todas as pessoas. A resposta ao tratamento envolve uma combinação de fatores genéticos, metabólicos, comportamentais e de estilo de vida.
As principais razões pelas quais algumas pessoas não emagrecem (ou param de emagrecer) com o uso do Mounjaro incluem:
Fatores Farmacológicos e Médicos
Dose ainda não ideal: O tratamento com Mounjaro é iniciado em doses baixas (geralmente 2,5 mg) para adaptação do organismo e ajustado gradualmente. Nas fases iniciais, o efeito no peso pode ser sutil ou nulo. Algumas pessoas apresentam uma resposta metabólica ou genética reduzida à tirzepatida, absorvendo ou processando a medicação de forma diferente.
2. Presença de diabetes tipo 2
Estudos mostram que pacientes com diabetes tipo 2 tendem a perder peso de forma mais lenta e em menor quantidade do que pessoas que utilizam a medicação apenas para perda de peso.
3. Alterações hormonais e metabólicas ocultas
Condições como hipotireoidismo descontrolado, síndrome dos ovários policísticos (SOP), resistência severa à insulina ou menopausa podem desacelerar a perda de gordura.
4. Uso de outros medicamentos
Antidepressivos, corticoides, antipsicóticos ou remédios para pressão podem favorecer o ganho de peso ou retenção hídrica, anulando parte do efeito do Mounjaro.
5. Mudanças na Composição Corporal X Balança
Ganha-se músculo ou retém-se líquido: o número na balança nem sempre reflete a perda de gordura. Se a pessoa começou a praticar exercícios de força, ela pode estar perdendo gordura corporal e ganhando massa muscular simultaneamente.
6. Efeito platô natural:
O corpo humano tende a se adaptar à redução de peso ativando mecanismos de defesa metabólica que reduzem o gasto calórico basal.
7. Fatores Alimentares e Comportamentais
Consumo calórico acima do déficit: o medicamento reduz a fome e aumenta a saciedade, mas não impede a ingestão de calorias em volume reduzido, porém denso (como chocolates, sorvetes, ultraprocessados, óleos ou bebidas alcoólicas).
Comer pouco demais ("Modo de Economia"): Pular refeições ou fazer restrições extremas faz o corpo desacelerar o metabolismo para poupar energia, além de causar perda acentuada de massa magra, o que reduz a queima diária de calorias.
Falta de proteína na dieta: a ingestão insuficiente de proteínas acelera a perda de massa muscular, prejudicando o metabolismo basal a médio prazo.
8. Estilo de Vida e Hormônios do Estresse
Sono insuficiente e estresse crônico: a privação de sono e o estresse elevado aumentam os níveis de cortisol. O cortisol alto favorece o acúmulo de gordura (especialmente abdominal) e a retenção de líquidos, travando o emagrecimento.
Sedentarismo: sem estímulo físico para preservar os músculos, o corpo perde peso queimando massa magra juntamente com a gordura, o que atrasa a resposta metabólica.
Se houver estagnação no peso, o recomendado é passar por uma avaliação com o endocrinologista para investigar causas hormonais, avaliar exames de sangue, realizar uma bioimpedância e, se necessário, ajustar a dose ou a estratégia nutricional. É necessário acompanhamento dietoterápico com nutricionista para ajustes alimentares e resultados a longo prazo.
