
Durante entrevista para o jornalista César Augusto, correspondente do HC Notícias nos Estados Unidos, o repórter da TV Globo, Carlos Gil, comentou como é cobrir uma Copa do Mundo acompanhando a Seleção Brasileira. De acordo com Gil, é muito difícil separar o lado “torcedor” do lado profissional. “Por ser a Seleção Brasileira que une todos nós, a gente perde um pouco aquele pudor profissional (que tem que ter) de comemorar um gol ou falar um palavrão baixinho. Então nos gols do Brasil a gente comemora, dá uma vibrada, mas sem perder a concentração”, ressalta Gil.
“O lado torcedor sempre vai estar aflorado em uma Copa do Mundo, mas ao mesmo tempo você tem que pensar na pergunta, no seu texto, no que você vai fazer, e também, se o Brasil jogou mal, não dá pra você passar pano e esconder o que está acontecendo, então é um exercício diário. Mas é impossível você não ter esse sentimento torcedor aflorado”, afirma o repórter, que destaca ainda que os lados torcedor e profissional andam lado a lado.
“O lado pessoal do torcedor está presente, mas o lado profissional também, porque o Brasil indo mais longe significa que nosso trabalho vai repercutir mais, a gente vai ficar mais tempo, e todo mundo quer ter no currículo ‘eu cobri um título da Seleção Brasileira’”, menciona Gil.
