
Letícia sofre de glicogenose, condição que afeta o metabolismo do glicogênio, uma substância que funciona como um “estoque de carboidratos”, principalmente, no fígado.
Para evitar hipoglicemia severa, ela precisa tomar o amido dissolvido em água a cada três horas. Se ela pular os horários, corre o risco de desmaiar e, em casos mais sérios, entrar em coma.
A doença foi descoberta quando ela tinha 2 anos e meio de idade, depois de alguns episódios de hipoglicemia e convulsões. Além disso, seus pais notavam que o abdômen dela ficava estendido e o tom de pele, esverdeado. Depois de algumas consultas e exames, veio o diagnóstico de glicogenose do tipo 9C, que atinge 1 a cada 25 mil pessoas no mundo.
Além de consumir o amido de milho, ela precisa ter uma alimentação regrada, com pouco açúcar, e tomar 13 medicamentos para controlar a doença. Apesar dessas limitações e cuidados, Letícia, hoje em dia, consegue levar a condição com leveza e faz sucesso nas redes sociais. Só no Instagram, são cerca de 10 mil seguidores e 37,7 mil no TikTok.
Seus vídeos compartilham sua experiência e buscam informar pessoas que podem estar passando pelo problema que o dela.
