
Mulheres grávidas que não têm carteira assinada também poderão contar com o salário-maternidade em 2026. Mesmo fora do mercado formal de trabalho, o benefício, pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social, garante um valor de R$ 1.621,00, correspondente ao salário mínimo vigente, durante quatro meses, totalizando R$ 6.484,00 ao final do período. O requerimento do benefício é realizado após o nascimento da criança.
Lembrando que esse é o valor recebido por seguradas que não têm renda fixa elevada ou que contribuem sobre o piso.
Anteriormente, era necessário ter no mínimo 10 contribuições ao INSS. Agora, para garantir o direito ao salário-maternidade, basta que a mulher tenha realizado apenas uma contribuição ao INSS antes do parto, mesmo que não possua histórico anterior de recolhimentos.
Para quem nunca contribuiu ou está há muito tempo sem recolher, é possível regularizar a situação com uma única contribuição, que pode ser de até R$ 178,31, desde que seja feita na categoria correta e antes do nascimento do bebê.
