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10/05/2026 12h34

Filha doa medula para salvar a vida de mãe com leucemia após diagnóstico em SC: ‘Devolveu a minha vida’

Família da cabeleireira Cláudia Pires, de 55 anos, documentou todo o processo de quimioterapia, testes de compatibilidade e notícia do transplante
Filha doa medula para salvar a vida de mãe com leucemia após diagnóstico em SC: ‘Devolveu a minha vida’

A rotina da cabeleireira Cláudia Pires, de 55 anos, mudou completamente após ela descobrir uma leucemia em Florianópolis. Acostumada a cuidar dos clientes, da família e do salão de beleza, ela precisou enfrentar um longo tratamento e aprender a ser cuidada.

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Os primeiros sinais apareceram em setembro de 2025, quando manchas vermelhas e roxas começaram a surgir pelo corpo. Inicialmente, Cláudia acreditava se tratar de uma virose, mas exames e uma internação por conta da baixa contagem de plaquetas confirmaram o diagnóstico da doença.

 

Após meses de sessões de quimioterapia, os médicos indicaram o transplante de medula óssea como parte essencial do tratamento. A família então iniciou a busca por um doador compatível entre parentes próximos. Irmãos, sobrinhos e as filhas fizeram exames, enquanto familiares que vivem em São Paulo viajaram até Santa Catarina para participar da mobilização.

 

A notícia mais esperada chegou na véspera de Natal. A filha caçula, Natália Pires, de 32 anos, foi apontada como compatível para realizar a doação.

 

Segundo Cláudia, o momento foi marcado por muita emoção e gratidão. Já Natália afirmou que poder ajudar a salvar a vida da mãe foi um dos sentimentos mais fortes que já viveu.

O transplante aconteceu em março deste ano. Antes do procedimento, Natália passou pela retirada da medula, que pode ser feita tanto pela região da bacia quanto por um processo semelhante à doação de sangue, chamado aférese.

 

Durante a fase mais delicada do tratamento, Cláudia permaneceu 27 dias internada em isolamento. A filha mais velha, Marcela, acompanhou a mãe durante todo o período no hospital.

 

A família registrou toda a trajetória, desde o momento em que Cláudia raspou o cabelo até a confirmação da compatibilidade para o transplante.

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De acordo com especialistas, encontrar um doador compatível nem sempre é simples. Em Santa Catarina, atualmente 169 pessoas aguardam por transplante de medula óssea. A chance de compatibilidade pode variar entre uma a cada 5 mil e até 10 mil pessoas, segundo o Hemosc.


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