
O julgamento de Monique Medeiros e do ex-vereador Jairinho pela morte de Henry Borel, de 4 anos, chegou ao oitavo dia nesta segunda-feira (1º) e já é considerado o mais longo da história do Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, superando o caso Flordelis. A demora é atribuída ao grande número de testemunhas e aos extensos questionamentos feitos pela acusação e pela defesa.
Nesta manhã, familiares e amigos de Leniel Borel realizaram uma carreata até o Tribunal de Justiça do Rio pedindo justiça para Henry. Durante o processo, as defesas dos réus seguem estratégias opostas. Monique afirma ter vivido um relacionamento abusivo e acusa Jairinho pela morte do filho.
Já a defesa de Jairinho sustenta a inocência dos dois e questiona os laudos periciais que apontam que Henry morreu em decorrência de hemorragia interna e lesões graves causadas por ação contundente. O julgamento segue com depoimentos de peritos e especialistas antes da fase final, que incluirá os interrogatórios dos réus e as alegações finais.
