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02/06/2026 23h25

Mulher de 37 anos que fingia ter 12 é presa por estelionato em SC

De acordo com a polícia, a autora simulava comportamentos infantis e justificava a aparência de adulta afirmando ter autismo e outras condições
Mulher de 37 anos que fingia ter 12 é presa por estelionato em SC

Uma mulher de 37 anos foi presa nesta terça-feira (02) após se passar por uma adolescente de 12 anos e viver por 14 meses como “filha adotiva” na casa de uma família em Joinville. Ela confessou integralmente o crime, segundo a Polícia Civil, e foi encaminhada ao Presídio Regional de Joinville.


A autora usava o nome falso de Gabriele e foi detida na casa das vítimas, no distrito de Pirabeiraba. Ela é investigada por estelionato e falsa identidade e não teve o verdadeiro nome divulgado pela polícia.


Conforme informações da Polícia Civil, a mulher já tem antecedentes penais por golpes idênticos em outros estados, como Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás.
 

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De acordo com o delegado, a mulher chegou até a família após procurar uma igreja em Joinville e relatar ao pastor ter fugido do Pará por sofrer maus-tratos. A comunidade religiosa a acolheu e passou a ajudá-la financeiramente, conseguindo uma casa para ela ficar.


A família que a acolheu acabou se envolvendo emocionalmente e passou a tratá-la como filha por mais de um ano, chegando a organizar uma festa de 12 anos, arcar com medicamentos contra a obesidade e até mostrar interesse em oficializar a adoção, mas a suspeita sempre desconversava quando o assunto vinha à tona. Ela os convenceu a não ir para a escola porque se ele fosse, o “pai abusador” saberia onde ela estava.
 

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Para justificar a aparência adulta, ela alegava falsamente ter autismo e outras condições clínicas. Ela também dizia que seus traços adultos eram decorrentes do uso forçado de hormônios durante a infância, quando teria sido abusada. Ela também fingia ter comportamentos infantilizados, usando mamadeiras, chupetas e um "cheirinho" para dormir, conforme a polícia. A investigação apurou que "Gabriele" forjava crises de pânico à noite, afinava a voz e simulava carência para conseguir atenção.


Fonte: G1.


Foto: Reprodução.
 


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