
Com informações do Metrópoles
Áudios vazados de uma ex-integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) mostram ela conversando durante meses sobre a possibilidade de matar o candidato à presidência Renan Santos (Missão), coordenador nacional do movimento.
“Eu quero ver o cara morto”, declarou a influenciadora Glenda Varotto, conhecida nas redes sociais como Espectro Cinza.
A principal razão seria um romance não correspondido por Renan Santos, que teria se recusado a se envolver em um relacionamento amoroso com ela.
De acordo com o Metrópoles, os áudios de Glenda teriam sido destinados a um amigo, professor de inglês dela, que ficou preocupado com menções frequentes a violência física. “Por mim, desde que ele esteja morto, eu tô feliz. Essa bosta desse cara aí pode instaurar Terceira Guerra Mundial, Terceiro Reich, sei lá, foda-se, eu só quero esse cara morto. Esse demônio. Esse fodido”, diz Glenda em uma das gravações.
Em outro áudio, ela afirma o seguinte: “Não quis me comer, bem feito. Destruí sua vida (risos). Era só ter me comido. Não quis, se fodeu. É isso que acontece com todos os homens que não transam comigo”.
Segundo informou o Metrópoles, a influencer também acusou Renan Santos de nazista e que ela mesma queria matá-lo: “eu acho até bonitinho o jeito que eles estão interpretando o que eu realmente gostaria de fazer, né? Porque eu não queria, sei lá, só taxar ele de nazista para mandar alguém matar. Eu mesma queria matar ele, mas né?”
Procurado, Renan Santos afirmou que a Polícia Civil e a PF instauraram inquéritos para apurarem os fatos.
“Vale lembrar: essa senhora tentou de várias maneiras me seduzir, sem sucesso. Tentou se relacionar comigo, interferir em relacionamentos pessoais e, tão logo percebeu que não teria sucesso, optou por montar uma quadrilha visando destruir minha reputação, campanha e honra. É uma pessoa má que precisa de tratamento”, afirma.
Em sua defesa, Glenda declarou que os áudios foram um “desabafo” e palavras ditas “da boca pra fora”.
“Esses áudios são de um funcionário que comeu o pão que o diabo amassou no lugar em que trabalhava reclamando do ex-patrão com o melhor amigo”, afirma.
“Se eu realmente tivesse um plano de atentar contra a vida de alguém, ou falasse seriamente qualquer uma das bobagens ditas ali, a última coisa que faria sentido fazer é sair falando isso por aí para me comprometer”, destaca.
Glenda entrou para o MBL no ano de 2025, contratada para escrever artigos para a revista cultural do movimento, a Valete, permanecendo até abril deste ano.
Fonte: Metrópoles/Coluna da Andreza Matais.
Fotos: Reprodução/Redes sociais e Adriano Machado/Reuters.
