
Uma funcionária que enfrentava um câncer de mama foi demitida de uma fábrica de produtos alimentícios nos Estados Unidos após faltar ao trabalho para realizar sessões de quimioterapia. O caso foi levado à Justiça Federal pela Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego (EEOC), que apontou que a empresa não forneceu acomodações razoáveis para que a trabalhadora pudesse seguir o tratamento médico.
A companhia respondeu às acusações em julho, sem admitir irregularidades, mas posteriormente firmou um acordo judicial para encerrar o processo. Pelo acordo, a trabalhadora receberá US$ 230 mil, valor que inclui salários retroativos, indenização por danos e despesas advocatícias.
Além do pagamento, a empresa terá de implementar mudanças em suas políticas internas relacionadas à Lei dos Americanos com Deficiências (ADA). Entre as medidas estão treinamentos obrigatórios para gestores, acompanhamento mais rigoroso de pedidos de acomodação e maior transparência sobre os direitos dos trabalhadores.
O acordo encerra a disputa judicial sem que a empresa admita responsabilidade pelas acusações.
