
Claro! Segue a matéria reescrita, com texto original, linguagem jornalística e sem copiar a estrutura do texto da NSC:Uma força-tarefa coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (1º) para desarticular uma organização criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Considerada a maior operação da história do Gaeco catarinense, a ação ocorre simultaneamente em seis estados e envolve o cumprimento de mais de 320 ordens judiciais, entre elas 151 mandados de prisão temporária.
Batizada de Operação Coluna Sul, a ofensiva é resultado das investigações iniciadas durante a Operação Maserati. Em Santa Catarina, os mandados são cumpridos em pelo menos 28 municípios. Além do estado, as ações também acontecem no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
De acordo com o Ministério Público, os investigados são suspeitos de participação em crimes como homicídio, organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de armas de fogo. As investigações apontam que o grupo mantinha atuação tanto dentro quanto fora do sistema prisional.
A operação mobilizou mais de 100 integrantes do Gaeco e 552 agentes das forças de segurança pública, com apoio de 198 viaturas e dois helicópteros. Em Santa Catarina, foram montadas cinco bases operacionais, localizadas em Florianópolis, Joinville, Lages, Chapecó e São Miguel do Oeste.
As equipes contam ainda com o apoio dos Gaecos e das forças de segurança dos demais estados envolvidos na ação, reforçando o trabalho conjunto no cumprimento das ordens judiciais.
Durante uma das diligências realizadas no Paraná, houve confronto entre agentes e suspeitos. Conforme o MPSC, os policiais foram recebidos a tiros durante o cumprimento de um mandado. Um dos investigados, apontado como integrante da facção, morreu após trocar tiros com a equipe. Segundo o Ministério Público, ele utilizava uma pistola equipada com seletor de rajada.
Os materiais apreendidos ao longo da operação serão submetidos à perícia da Polícia Científica de Santa Catarina e devem contribuir para o avanço das investigações, conduzidas pela 39ª Promotoria de Justiça da Capital. O procedimento segue sob sigilo.
