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Segurança
20/07/2026 21h50

Companheiro de jovem encontrada morta em Criciúma vira réu por feminicídio e fraude processual

Investigação da Polícia Civil concluiu que Maria Eduarda Salvaro morreu por asfixia mecânica; denúncia já foi recebida pela Justiça
Companheiro de jovem encontrada morta em Criciúma vira réu por feminicídio e fraude processual

 

O homem investigado pela morte de Maria Eduarda Salvaro, de 21 anos, tornou-se réu por feminicídio qualificado e fraude processual. A denúncia apresentada pelo Ministério Público foi aceita pela Justiça após a conclusão do inquérito da Polícia Civil, que apontou que a jovem morreu em decorrência de asfixia mecânica.

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As investigações foram encerradas depois da realização de diversas diligências e da análise de laudos periciais. Segundo a Polícia Civil, além das providências solicitadas pelo Ministério Público, outras medidas foram adotadas para esclarecer as circunstâncias do crime.

 

De acordo com o inquérito, o conjunto de provas confirmou que Maria Eduarda foi vítima de asfixia mecânica. Com base nas evidências, o Ministério Público denunciou o investigado por feminicídio qualificado, destacando o emprego de meio cruel e o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

 

Além da acusação de feminicídio, o homem também responderá por fraude processual. Conforme a denúncia, ele teria alterado a cena do crime na tentativa de dificultar o trabalho investigativo. Com o recebimento da denúncia pela Justiça, o processo entra agora na fase de instrução da ação penal.

 

Relembre o caso

 

Maria Eduarda Salvaro foi encontrada morta na tarde de 19 de julho de 2025, no apartamento onde morava, no bairro São Sebastião, em Criciúma.

 

Na ocasião, o companheiro da jovem, de 24 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar. Conforme o boletim de ocorrência, ele informou aos policiais que o corpo permanecia no imóvel havia cerca de dois dias.

 

Desde o início, o caso foi tratado como feminicídio e passou a ser investigado pela Polícia Civil. Com a conclusão do inquérito, o Ministério Público ofereceu a denúncia, agora recebida pelo Poder Judiciário.

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Quem era Maria Eduarda

 

Maria Eduarda tinha 21 anos e trabalhava em uma joalheria. Nas redes sociais, familiares e amigos prestaram homenagens à jovem, lembrada como uma pessoa carinhosa, querida e de personalidade doce.


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