
Massas é vista como a queridinha de todos, ou da maioria. Agrada a muitos paladares e é um prato de rápido preparo e combina com vários ingredientes. Fornece energia para atividades diárias, proporcionando saciedade e, quando consumido com moderação, pode fazer parte de uma dieta equilibrada.
Para essa receita vamos precisar de:
Para o tomate confitado
100g de tomate cereja
3 dentes de alho
Sal
Azeite de oliva
Alecrim fresco
Para a massa
200g de spaghetti
Sal
3 dentes de alho
Azeite de oliva
Muzzarela de búfala
Manjericão
Queijo parmesão a gosto
Preparo do tomate confitado
Tomate cereja + alho + azeite de oliva + sal + alecrim colocar no forno pré-aquecido a 200 graus por mais ou menos 10 min.
Preparo da massa
Dourar o alho no azeite de oliva, enquanto isso cozinhar a massa (tempo indicação do fabricante – água + sal).
Massa cozida, acrescentar ao alho dourado no azeite, colocar o tomate já confitado, as muzzarelas de búfala fatiadas, acrescentar queijo parmesão ralado, manjericão e servir quente.
Rendimento: 2 pessoas
Tempo de preparo: 20 minutos
Dificuldade: Fácil
VAMOS FALAR DE NUTRIÇÃO?
SOBRE A PROTEÍNA: UM LUXO OU EXAGERO?
A revista Veja Saúde publicou uma matéria intitulada “O culto à proteína – saúde ou marketing?”. Fiz uma adaptação dessa matéria e sintetizei aqui aos leitores da minha Coluna HC Notícias, para que tivessem acesso a esse conteúdo.
Como encontrar o equilíbrio entre a quantidade ideal e o excesso potencialmente nocivo?
Para começar, é preciso desmontar o mito de que não existe um teto para a proteína na alimentação. Vejamos a fisiologia da coisa: há um limite a partir do qual o corpo não consegue mais aproveitar a proteína e passa a eliminar a sobrecarga.
Ou seja, se você não é um atleta, não adianta comer dois bifes no almoço, cinco ovos no lanche e mais dois bifes no jantar. Seu corpo não demanda isso tudo — e você vai, literalmente, fazer um xixi caro.
Detalhe: existe um limite, mas ele não é igual e padronizado para todo mundo. Isso varia conforme peso, altura, composição corporal, nível de atividade física etc.
Para bagunçar ainda mais esse coreto, não apenas a quantidade de proteína importa, mas também a sua origem, seu processamento e, claro, as características únicas das principais fontes.
Diferentemente do que muitas dietas prontas feitas por inteligência artificial sugerem, alimentação não se resolve em métricas genéricas e números absolutos: cada organismo absorve e responde de um jeito.
Por isso, entender o papel da proteína em momentos-chave do ciclo da vida ajuda a posicionar esse nutriente na rotina de forma mais adequada — sem exagerar nem deixar faltar.
Proteína na terceira idade: por que manter níveis adequados
Na outra ponta da vida, a velhice também exige uma atenção especial à nutrição. Até porque existe uma tendência real de redução do consumo das proteínas com o envelhecimento.
Questões como dificuldade de engolir, problemas de dentição e até quadros como demência acabam resultando num aporte insuficiente do nutriente.
O duro é que, com a idade, também perdemos massa muscular e decai a capacidade de os músculos responderem aos estímulos do exercício físico e da ingestão proteica.
Em meio a alguns obstáculos impostos pelo envelhecimento, fica clara a importância de contar com o suporte de um profissional para adequar essas necessidades individualmente — até porque, em algumas circunstâncias, suplementos terão de ser convocados.
A quantidade ideal de proteína para adultos
Agora, quando chegamos ao adulto, a conversa é outra.
Para pessoas que não praticam atividade física intensa, uma dieta balanceada prevê a ingestão de cerca de 0,8 a 1,1 g por quilo de peso ao dia de proteína.
Esse intervalo não é arbitrário: ele se apoia tanto em grandes estudos epidemiológicos quanto nas necessidades fisiológicas da maioria dos corpos, para que o organismo consiga operar dentro do equilíbrio.
E essa meta é facilmente alcançável. Pelos moldes da dieta brasileira, que inclui arroz, feijão e carne praticamente todo dia, é raro que uma pessoa não atinja essa recomendação.
Malefícios do excesso de proteína
Outro órgão que pode ser afetado pelo excesso de proteína é o coração.
Isso ocorre porque alimentos como carnes, ovos e laticínios integrais costumam vir acompanhados de altas quantidades de gordura saturada — uma das principais inimigas do sistema cardiovascular.
Esse padrão alimentar pode piorar o perfil de colesterol, aumentar a gordura corporal e elevar o risco de doenças cardiovasculares.
E as famosas barrinhas de proteína?
Elas são práticas? Sem dúvida. Saudáveis? Nem sempre. Além de aditivos, podem carregar altas doses de gordura saturada, frequentemente acima de 6 g por porção.
Se o lanche do trabalho costuma ser apenas um pão de queijo com café, por que não acrescentar um potinho de iogurte natural com frutas? A combinação pode até não ser a mais proteica do mundo, mas a maioria das pessoas não vai precisar de um shot de whey nesse momento do dia.
No fundo, essa é uma das principais lições da história: não é saudável ficar vidrado em um nutriente e esquecer o resto, como em um autêntico e acrítico culto.
Procure um profissional nutricionista para orientar sobre a melhor recomendação para você. Siga-me para mais dicas @nutriclaudialevandoski.
