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09/03/2026 14h58

(VÍDEO) 'A mãe de alguém teve que chorar': jovens comemoraram estupro coletivo no Rio

O vídeo foi obtido e divulgado no último domingo (08) pelo Fantástico, da TV Globo
(VÍDEO)  'A mãe de alguém teve que chorar': jovens comemoraram estupro coletivo no Rio

Imagens mostram o momento em que os suspeitos de estupro coletivo contra uma dolescente, de 17 anos, no Rio de Janeiro, comemoram e debocham do ato no elevador do prédio onde ocorreu o crime. O vídeo foi obtido e divulgado no último domingo (08) pelo Fantástico, da TV Globo. 

Veja:
 

 

Na ocasião, o menor e os quatro jovens aparecem rindo e tratando o crime como um grande feito. "A mãe de alguém teve que chorar hoje, porque as nossas mães...", debochou o menor. 


Além disso, câmeras de segurança registram o momento em que a vítima deixa o apartamento, acompanhada do menor. Segundo relato da adolescente, as agressões sexuais e físicas duraram aproximadamente uma hora.


O caso envolve estudantes do Colégio Pedro II, tradicional instituição carioca. Segundo as investigações, o suspeito, de 17 anos, continuou a frequentar as aulas após o crime. Ademais, ele teria passado a mirar a irmã mais nova da vítima, de 12 anos, conforme relato da família da adolescente. 

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De acordo com as investigações da 12ª Delegacia de Polícia, o crime foi uma "emboscada planejada", nas palavras do delegado titular Angelo Lages. A vítima, de 17 anos e ex-namorada do adolescente, foi atraída pelo jovem até um apartamento na Rua Ministro Viveiros de Castro, em Copacabana, com a promessa de um encontro romântico. No entanto, ao chegar ao local, ela se deparou com outros quatro homens adultos.

 

Segundo a Polícia Civil, a vítima mantinha uma relação consensual com o ex-namorado quando os outros quatro invadiram o quarto. O adolescente então pediu que ela permitisse a presença dos demais, e ela teria consentido inicialmente, mas os homens passaram a tocá-la e beijá-la à força, impedindo sua saída.

 

A jovem foi estuprada, agredida fisicamente, xingada e humilhada. Câmeras de segurança do prédio registraram a entrada do grupo e, cerca de uma hora depois, a saída deles. Conversas em aplicativos de mensagem também integram o inquérito.

 

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Ao chegar em casa, a vítima contou o ocorrido à família e registrou a denúncia na delegacia. O exame de corpo de delito constatou lesões compatíveis com violência física, incluindo ferimentos na região genital, hematomas nas costas e nos glúteos, além de suspeita de fratura em uma costela.


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