
A região da Amurel ficará novamente sem representante na Câmara dos Deputados, já que nenhum dos sete candidatos que disputaram uma vaga de deputado federal conseguiu votos suficientes para ser eleito, o que deixa a região sem voz direta entre os parlamentares federais de Santa Catarina.
O mais votado entre eles foi Carlos Moisés (União), que somou 33.712 votos, mas ficou na condição de suplente, o que significa que só poderá assumir uma cadeira caso algum dos eleitos deixe o cargo. Também ficaram como suplentes Joma Fretta (MDB), com 5.573 votos, Pamelys Barros (Novo), com 1.914, e Deise Cardoso (PSD), com 1.655.
Entre os não eleitos aparecem Tuco Farias (Missão), com 402 votos, a engenheira Silvana Silvano (Solidariedade), com 101, e Glenda Boni (Solidariedade), que teve 58 votos e consta com a candidatura anulada sub judice, situação em que o registro está sendo discutido na Justiça Eleitoral.
Com o resultado, a única possibilidade de a Amurel ter algum representante em Brasília nos próximos anos passa pela suplência, já que um eventual afastamento de parlamentar eleito poderia abrir espaço para a convocação dos suplentes, de acordo com a ordem definida pela Justiça Eleitoral.
