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Variedades
28/10/2019 21h30

Internacional: Motorista da Uber acolhe mãe aflita e compra roupas para seu bebê doente

Internacional: Motorista da Uber acolhe mãe aflita e compra roupas para seu bebê doente
Uma motorista da Uber na Flórida (EUA) pegou uma mamãe que havia dado à luz semanas antes e deu-lhe carona até uma loja de roupas, onde ela iria fazer compras para seu bebê. Sensibilizada pela história de vida da mulher, Belinda Smith se ofereceu para comprar algumas peças para o recém-nascido. “Fiquei muito feliz em fazer algo legal por ela, porque ela estava tendo um dia difícil”, disse a motorista. 


Pouco depois de nascer, o filho de Nikki Ihus foi diagnosticado com hérnia diafragmática congênita (HDC), um defeito ou buraco no diafragma que permite que o conteúdo abdominal chegue à cavidade torácica. Nikki viajou grávida cerca de 2000 quilômetros, de Kansas City até São Petersburgo, na Flórida, para ter seu primeiro bebê, John Henry, após ser alertada pelos médicos responsáveis por sua gestação que seu filho provavelmente sofria de uma rara doença congênita – o que foi atestado no nascimento.


“A hérnia diafragmática congênita é um buraco no diafragma que permite que os órgãos desta região se movam para a cavidade torácica. Como resultado disso, os pulmões são demasiadamente pressionados e ficam impedidos de crescerem saudáveis”, disse Nikki à Fox News. “As enfermeiras disseram-me para não procurar no Google nada sobre a doença, porque sabiam que as taxas de sobrevivência não eram muito boas”, disse ela. 


A mãe de Henry e sua avó voaram para a Flórida no final de agosto e se prepararam para o parto, que ocorreu no início de setembro. Há cerca de duas semanas, sem a mãe, que precisou voltar para casa, Nikki decidiu ir a uma loja de roupas infantis para comprar alguns enxovais para seu bebê.  Ela pediu uma carona pelo app da Uber e foi atendida pela motorista Belinda Smith. 


No trajeto, Nikki desabafou sobre seu parto e a situação do filho. “Contei também sobre o meu dia ruim”, disse a jovem. “Naquela manhã, meu filho Henry passou por um procedimento bastante complexo e delicado, onde os médicos conseguiram fazê-lo respirar sozinho sem a ajuda de uma máquina.”

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Apoio à mamãe

“Me abri sobre as coisas que estavam acontecendo naqueles últimos meses e chorei muito”, continuou a mãe. Belinda apenas ouviu e prestou apoio, demonstrando compreensão e sensibilidade com a jovem mãe. “Pensei comigo mesma: ‘Nossa, esse é o primeiro filho dela e ela está passando por tudo isso’. É tão triste ”, disse a motorista, que mora em Largo, na Flórida, que fica a cerca de 16 quilômetros do hospital onde Henry está internado.


Ao chegar na loja, Nikki se despediu e entrou para comprar algumas roupas para seu bebê de um mês de vida. No entanto, dez minutos depois, Belinda apareceu de novo e ofereceu companhia, dizendo que Nikki não deveria fazer compras sozinha. Belinda separou todas as roupas que Nikki escolheu e, sem alarde, foi até o caixa pagar por cada uma delas.

 

“Ela me deu um abraço e começou a chorar”, disse a motorista. “Eu queria chorar também. Honestamente, fiquei feliz em fazer algo legal por ela, porque ela estava tendo um dia muito difícil. Foi incrível, eu fiquei tipo: ‘você está falando sério?’ Eu não esperava nada. Eu só precisava contar a alguém o que estava acontecendo, e lá estava ela – porém mais do que isso, ela se ofereceu para me acompanhar na loja e ainda pagou as roupas. Foi incrível”, disse Nikki. “Definitivamente, iluminou o meu dia, porque eu não estava com disposição para ir às compras, e ela tornou isso muito divertido.” 


As duas se abraçaram uma última vez e trocaram informações de contato.



Fonte: Razões para Acreditar.
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