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Variedades
22/05/2022 13h37

Varíola dos macacos: hora de se preocupar ou de ignorar?

Até o momento, cientistas dizem que não há motivo para o público se alarmar, mas avanço da doença em lugares novos requer atenção de autoridades
Varíola dos macacos: hora de se preocupar ou de ignorar?
Mal começamos a sentir os alívios na pandemia de Covid e já há outro vírus para enfrentar. Desta vez é a varíola dos macacos, com cerca de 90 casos confirmados em 12 países - nove europeus, EUA, Canadá e Austrália - onde a doença não é endêmica, segundo boletim da Organização Mundial da Saúde no sábado (21/5). Não há casos notificados no Brasil, mas um brasileiro foi diagnosticado com a doença na Alemanha.


Então, o que está acontecendo? É hora de se preocupar ou estamos apavorados demais depois do trauma da covid? Para cientistas ouvidos pela BBC, não é preciso se alarmar por enquanto, mas é importante prestar atenção às medidas de proteção e ao avanço da doença.


Vamos deixar claro: não estamos diante de uma nova Covid nem de novos lockdowns para conter a propagação da varíola dos macacos.

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No entanto, este é um surto incomum e sem precedentes, que pegou de surpresa os especialistas na doença. E é sempre uma preocupação quando um vírus muda o seu comportamento.

Até há pouco, o avanço do vírus desse tipo de varíola era bastante previsível.

O lar natural do vírus são os animais selvagens - na verdade roedores, e não macacos. O nome foi dado porque a doença apareceu primeiro em macacos de laboratório.

Um humano nas florestas tropicais da África Ocidental e Central entrou em contato com uma criatura infectada e o vírus foi transmitido entre as espécies.

O vírus causa febre, dores no corpo e mal-estar. A pele infectada, então, irrompe em uma erupção cutânea, que forma bolhas e depois se transforma em crostas.

O vírus está agora fora de seu habitat natural e luta para se espalhar, por isso precisa de contato próximo prolongado para continuar. Portanto, os surtos tendem a ser pequenos e se esgotam por conta própria.

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Já houve casos em outras partes do mundo antes, mas todos podiam ser logo vinculados a alguém que viajou a um país com contaminações e levou para casa.

Não é mais o caso:

Pela primeira vez o vírus está sendo encontrado em pessoas sem histórico de viagem ou ligações com a África Ocidental e Central;

Não está claro de quem as pessoas estão pegando;

Embora não seja descrito como um vírus sexualmente transmissível, a varíola dos macacos se espalha durante atividades sexuais, por meio do contato próximo e lesões nas áreas genitais.


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