
Um vídeo gravado na Igreja Matriz São Pedro Apóstolo, em Gaspar, vem emocionando milhares de internautas em todo o país nos últimos dias. Nas imagens, a pequena Valentyna Mattos, de apenas três anos, aparece ajoelhada diante do altar fazendo um pedido sincero: “Jesus, me cura”.
Veja:
O momento foi registrado pela mãe da criança, Fernanda Matos, que publicou o vídeo nas redes sociais. Desde então, a gravação passou a circular amplamente, acumulando milhares de visualizações e compartilhamentos, com mensagens de apoio e orações pela recuperação da menina.
Segundo a mãe, a cena aconteceu de forma espontânea. Fernanda conta que não percebeu quando a filha se aproximou do altar. “Aí meus olhos se encheram de lágrimas e fui filmar. Perguntei para ela o que tinha pedido para Jesus”, relatou. A menina então respondeu novamente: “pra me curar”, repetindo em seguida: “Jesus, me cura”.
Valentyna, moradora de Gaspar, foi diagnosticada há cerca de um ano e meio com neuroblastoma infantil, um tipo de câncer maligno considerado agressivo. Desde então, ela vem realizando sessões de quimioterapia e acompanhamento médico durante o tratamento.
Dedicada integralmente à filha, Fernanda tem utilizado as redes sociais para pedir ajuda financeira para custear parte das despesas do tratamento. “Toda ajuda é muito bem-vinda e faz a diferença. Se você puder contribuir com qualquer valor, estará apoiando diretamente nas despesas e necessidades desse momento tão importante”, escreveu.
As doações podem ser feitas por PIX para os números 47 99787-9662 ou 47 99753-3368, ambos em nome de Cleri de Matos.
O que é o neuroblastoma infantil
De acordo com o Instituto Oncoclínicas, o neuroblastoma é um tipo de câncer que afeta principalmente crianças menores de cinco anos, incluindo recém-nascidos e bebês em fase de amamentação. A doença é considerada a terceira neoplasia mais comum na infância e adolescência, atrás apenas da leucemia e dos tumores do sistema nervoso central.
No Brasil, o neuroblastoma representa entre 8% e 10% dos tumores infantojuvenis, com incidência anual aproximada de 7,3 casos por milhão de crianças, segundo dados médicos.
