
Uma fala do ministro de Assuntos Religiosos da Malásia Zulkifli Hasan gerou repercussão internacional ao associar estresse no trabalho e pressão social à orientação sexual.
Segundo o ministro, fatores como estresse profissional, influência social e experiências pessoais poderiam contribuir para o aumento de "atos LGBT", declaração que provocou reação imediata de especialistas.
Em uma de suas falas, Zulkifli afirmou: “A influência social, as experiências sexuais, o estresse no trabalho e outros fatores pessoais se enquadram nesta categoria”, acrescentando que essa combinação “pode contribuir para o aumento de atos LGBT”.
Entidades científicas e organizações de direitos humanos reforçam que não existe qualquer base científica para essa relação e que a orientação sexual faz parte da identidade individual, não sendo doença nem comportamento induzido.
