
Dolly Parton morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos, encerrando uma carreira que atravessou mais de seis décadas e consolidou seu nome como um dos maiores ícones da música country de todos os tempos. A notícia foi anunciada por seu sobrinho, Bryan Seaver, em um vídeo publicado no Instagram, sem detalhes sobre a causa da morte. O falecimento também foi confirmado por sua chefe de segurança em uma publicação nas redes sociais.
Nascida no Tennessee, Dolly construiu um legado que ia muito além dos palcos: além de cantora e compositora, era atriz, empresária e uma das figuras mais queridas do entretenimento americano, tendo erguido um império que incluía o parque temático Dollywood e uma extensa obra filantrópica. Sua trajetória deixou hits marcantes como "Jolene", "9 to 5" e "I Will Always Love You".
TMZ
A morte da artista acontece pouco mais de um ano após a perda do marido, Carl Dean, com quem foi casada por quase seis décadas e que faleceu em março de 2025. Nos últimos meses, Dolly havia enfrentado problemas de saúde que a levaram a adiar shows e reduzir aparições públicas, chegando a cancelar uma residência de shows em Las Vegas por conta de procedimentos médicos. Recentemente, ela havia atualizado os fãs sobre seu estado, dizendo estar "se curando" e reconhecendo que havia negligenciado a própria saúde enquanto cuidava do marido doente.
Ao longo de sua carreira, Dolly acumulou onze prêmios Grammy, três Emmys e um Oscar honorário concedido em 2025 por sua atuação humanitária, além de dezenas de outras homenagens que a consagraram como uma das artistas mais premiadas da história da música country.
