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Segurança
25/03/2025 09h37

Morte de jovem em Criciúma: investigação aponta envolvimento com organização criminosa liderada pelo namorado

As informações atualizadas, divulgadas pelo delegado Ulisses Gabriel, indicam que Thamily era companheira de Kauan de Oliveira Filastro, integrante de uma organização criminosa armada envolvida no tráfico de drogas
Morte de jovem em Criciúma: investigação aponta envolvimento com organização criminosa liderada pelo namorado

A Polícia Civil de Santa Catarina revelou novos detalhes sobre a investigação da morte de Thamily Venancio Ereno, estudante de odontologia de 23 anos, baleada durante uma operação policial em Criciúma. As informações atualizadas, divulgadas pelo delegado Ulisses Gabriel, indicam que Thamily era companheira de Kauan de Oliveira Filastro, integrante de uma organização criminosa armada envolvida no tráfico de drogas.

 

Conforme o delegado, a Delegacia de Combate a Drogas (DECOD) vinha investigando a facção liderada por Mateus Lima Fernandes e Kauan de Oliveira Filastro há meses. O grupo era monitorado por meio de quebras de sigilos telefônicos e telemáticos, além de outras técnicas investigativas. As evidências mostraram que os criminosos portavam armas de diversos calibres e comercializavam drogas regularmente.

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No dia 13 de fevereiro, a DECOD cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência de Kauan, onde ele vivia com Thamily. Durante a operação, foram encontrados munições calibre .380 em cima da cama, materiais para fracionamento de drogas, mais de um quilo de maconha e um caderno universitário com anotações sobre o tráfico, possivelmente escritos por uma mulher. O material passará por exame grafotécnico.

 

A polícia pediu a prisão de Kauan, que se tornou foragido. No entanto, registros de conversa mostram que Thamily continuou apoiando e escondendo o companheiro, afirmando a familiares que o casal estava "trabalhando e conquistando as coisas devagarinho", sem revelar a natureza criminosa das atividades.

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No dia 21 de março, Kauan entrou em um carro de aplicativo onde Thamily já estava. A abordagem policial foi realizada por quatro agentes altamente treinados, que se identificaram como polícia e deram ordem de parada. O motorista do veículo, no entanto, reagiu acelerando de marcha ré na direção dos policiais e da viatura. Em resposta, um dos agentes disparou sua arma, atingindo Thamily. O delegado reforçou que os policiais não deram causa ao desfecho trágico da operação.

 

A polícia segue investigando o caso e destacou que a DECOD continua seu trabalho contra o crime organizado na região, reforçando a importância das ações para combater o tráfico de drogas e o armamento ilegal.


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